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quarta-feira, 26 de julho de 2017

PRIMEIRO ANO - ÁRABES E ISLAMISMO

Slides com o conteúdo das aulas:

https://www.4shared.com/office/4w4CPnpfei/ISLAMICOS.html

Vídeo-aula com o assunto:


Esquema-resumo:

Islamismo

  • O profeta Maomé teria recebida a visita do anjo Gabriel. Seus ensinamentos foram levados aos seus discípulos, que escreveram o Alcorão (palavra de Allah)
  • Árabes e judeus: “primos”. Ambos se afirmam descendentes de Abraão.
  • O Islamismo surgiu na Península Arábica, região desértica, habitada pelos nômades beduínos, que viviam do comércio com povos vizinhos. Cada tribo possuía seu deus, e o mais antigo deles era a Caaba, uma pedra negra, que segundo o islã, Allah teria entregue à Abraão.
  • Maomé era um órfão, que foi criado pelo tio comerciante, e se casou com uma viúva rica (Radija).
  • Ao receber a revelação de Gabriel, passou a pregar e ser perseguido. Sua figa de Meca para Medina é considerada o ano zero para os islâmicos.
  • Fortalecido, Maomé retorna a Meca, e destrói os ídolos, menos a Caaba.
  • O Islã adota preceitos do judaísmo e cristianismo e acolhe parte do Antigo Testamento e seus personagens (Abraão, Noé, Moisés e Jesus, este não aceito com filho de Deus).
  • Religião sem sacerdotes: o imã ou muezim é apenas um orientador.
  • Obrigações: ajudar os pobres (dízimo para a comunidade), abstinência alcoólica e de carne suína, jejuar no Ramadã (mês sagrado), fazer cinco orações diárias e peregrinar a Meca, se possível. Criam no juízo final.
  • Califas: chefes religiosos e militares, surgidos após a morte de Maomé. Conseguem terras, riquezas, impostos e escravos.
  • Divisão do Islã: sunitas (seguem chefes políticos e acolhem a orientação do livro Suna) e xiitas (seguem a rigidez do Alcorão e seguem os descendentes de Maomé)
  • Desenvolveram o comércio, tecidos e metalurgia. Seus conhecimentos sobre Astronomia, Álgebra (introduziram os algarismos arábicos) e Medicina (anatomia)  foram exemplares.
  • Na literatura: Ali Babá e os Quarenta Ladrões, Mil e Uma Noites, Simbad Marujo.

terça-feira, 25 de julho de 2017

PRIMEIRO ANO- CRISTÃOS E CRISTIANISMO


Slides com o conteúdo das aulas:

https://www.4shared.com/office/b_vHYvqhei/CRISTIANISMO_E_CULTURA_CRIST.html



Vídeo-aula com o tema:




Esquema-resumo:

Cristianismo


  • Cristianismo: religião de humildes da Palestina que se difundiu pelo mundo.
  • Se recusavam a aceitar a supremacia da autoridade terrena como representante de Deus, gerando conflito com o Império Romano
  • Assim como o Judaísmo, adota o Velho Testamento como sagrado, mas também acrescenta o Novo Testamento à Bíblia, considerado o livro sagrado.
  • Religião tida como dissidência (seita) do judaísmo). Não rerenega o Antigo Testamento, mas acolhe o Novo. O Messias (filho de Deus) é o ponto de discórdia em relação ao judaísmo.
  • Os judeus também perseguiam os cristãos. Havia a chamada “religião pré-existente” (o judaísmo), tolerada pelos romanos.
  • Seu discurso de igualdade, como observado no Novo testamento, causava perturbação entre os romanos, que dominavam a Palestina na época de Cristo. O cristianismo traziam uma boa resposta para o sofrimento da vida na terra.
  • Paulo foi um dos responsáveis pela disseminação do cristianismo, além de deixar as suas Epístolas.
  • Reunião nas catacumbas de Roma, para fugir das perseguições. Chegaram a fundar comunidades igualitárias. Os romanos viam o cristianismo como uma ameaça à autoridade imperial.
  • A crise econômica e moral do Império Romano favoreceu a disseminação do cristianismo.
  • A conversão de ricos (cansados de uma vida vazia) fez a religião se adaptar à sociedade romana. O Imperado Constantino se torna cristão, e proíbe o trabalho aos domingos, mas não a escravidão. O Imperador Teodósio torna a religião oficial.
  • O Bispo de Roma passa a receber o título de Papa e assume a chefia da Igreja. A estrutura cresce (mais bispos e arcebispos, e os padres são eleitos pela comunidade.
  • Surgem discussões. Qualquer opinião diferente da Igreja é chamada de heresia. Exemplos: a natureza humana ou divina de Cristo, a Trindade, e a santidade da Virgem Maria.

terça-feira, 18 de julho de 2017

TERCEIRO ANO - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

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Vídeo-aula:




Esquema-resumo:
Segunda Guerra Mundial


  • 50 milhões de mortos: o maior conflito da humanidade. Em comum com a I Guerra, a ambição imperialista
  • Diferenças: surgiam o nazi-fascismo e o comunismo. A guerra foi entre os aliados e opositores dos primeiros
  • Inglaterra e França: aceitaram o rearmamento da Alemanha para evitar o avanço comunista
  • Avanço nazista: ocupações de Áustria e Tchecoslováquia. Itália e Japão também se expandem.
  • Pacto de não-agressão entre Alemanha e URSS: surpreendente, mas conveniente. Combinavam a divisão da Polônia, autorizava os soviéticos a ocupar Lituânia, Letônia e Estônia. Ambos queriam ganhar mais tempo e se preparar para a guerra.
  • Invasão da Polônia: Inglaterra e França percebem o perigo e declaram guerra à Alemanha.
  • A Alemanha tem um exército ágil, com a Blitzkrieg (Guerra-Relâmpago) e ocupam Dinamarca, Holanda, Noruega e Bélgica. A invasão da França foi a demonstração final de força nazista. A Inglaterra só não é ocupada por ser uma ilha e ter Marinha e Aviação eficientes, apesar da força nazista.
  • Aliados (Inglaterra, França e União Soviética) contra o Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Não era exatamente todos contra todos. Alemanha não estava em guerra com a União Soviética (ainda).
  • O Japão ataca na Ásia: China e Indochina para cortar fornecimento de borracha para Aliados, mas acaba afetando os EUA, que protestam e congelam bens japoneses em seu território. A solução para os aliados é produzir borracha no Brasil.
  • Em represália aos americanos, os japoneses atacam a base naval de Pearl Harbor, forçando a entrada americana na guerra (ao lado dos aliados), que se torna realmente mundial.
  • Rompendo o acordo, a Alemanha ataca a URSS, de olho em seu petróleo, cereais e outras matérias-primas.
  • Depois de intensas batalhas e milhões de mortos (principalmente em Stalingrado), os soviéticos expulsam os alemães de seu território, usando a tática da “terra arrasada” dentro do inverno rigoroso local.
  • Virada aliada: os italianos sofrem derrotas na África (e  nem o socorro alemão evita a derrota), os japoneses são derrotados na Ásia e no Pacífico e os alemães são expulsos da França (na operação chamada de Dia D)
  • Os aliados atacam a Alemanha, forçando seu exército a retornar e tentar defender seu país.
  • Holocausto: nos campos de concentração, milhões de pessoas (dentre elas, 6 milhões de judeus) foram assassinados. Lá, eram explorados ao extremo o seu trabalho e de outras minorias discriminadas (ciganos, Testemunhas de Jeová, “não-arianos” e homossexuais)
  • Mussolini é afastado do poder, a Itália passa ao lado aliado. O antigo líder fascista, ao tentar fugir, é preso, fuzilado e seu cadáver é pendurado em um poste ao lado do cadáver de sua amante.
  • Acuado, Hitler não quer ter o mesmo fim, e se mata, junto com sua esposa. Deixou ordens para nunca encontrarem seu corpo. O país se rende e é dividido em quatro zonas de ocupação, que mais tarde, se tornam a Alemanha Oriental (influência soviética) e Alemanha Ocidental (influência de EUA, Inglaterra e França).
  • O Japão não se rende até que é alvo dos primeiros bombardeios nucleares contra populações civis em Hiroshima e Nagasaki.
  • Ao final do conflito, os principais culpados (na ótica dos aliados) são julgados em Nuremberg e condenados. Optou-se por penalizar os líderes, não a nação alemã, para evitar a criação de um sentimento de revanche.
  • Surge a Organização das Nações Unidas (ONU), destinada a evitar novos conflitos e promover a cooperação entre os países.

SEGUNDO ANO - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

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https://www.4shared.com/office/V-nv6vYqei/REVOLUO_INDUSTRIAL__1_.html


Vídeo-aula:



Esquema-resumo:

  • O desenvolvimento das máquinas fez com que o trabalho humano fosse substituído pela automação e o surgimento de novas relações de produção
  • O desenvolvimento do comércio fez aumentar a concorrência entre os países. Era preciso oferecer produtos melhores e mais baratos.
  • A Inglaterra sai na frente: camponeses expulsos de suas terras formavam um contingente de mão-de-obra barata, e além disso, a população crescia muito rápido. Máquinas à vapor, reservas de carvão e minério de ferro e máquinas agrícolas faziam crescer a indústria têxtil.
  • Era preciso capital, que veio do comércio colonial e da rica burguesia.
  • As cidades crescem e passam a receber camponeses expulsos de suas terras.
  • Proletários: trabalhadores que só tinham a sua força de trabalho para vender. Não possuíam bens.
  • Divisão do Trabalho: o trabalho fica especializado e repetitivo.
  • Não havia legislação trabalhista: baixos salários, jornadas longas, não haviam direitos trabalhistas e assistência do governo.
  • Ludismo: movimento de destruição das máquinas, para evitar desemprego e pressionar patrões. Foi um fracasso, e só gerou mais repressão.
  • Sindicatos: associações de trabalhadores. Fundos de ajuda mútua entre trabalhadores. Deram início às greves como forma de pressão.
  • Carta do Povo (cartismo): movimento que exigia participação popular nas eleições e na política. No período, as eleições eram censitárias (de acordo com a renda)
  • Adam Smith: para ele, o egoísmo tinha um lado bom, trazendo benefícios para a economia, como a concorrência. Acreditava que o crescimento econômico estimularia a economia e traria o fim da pobreza.
  • O Estado deveria intervir o mínimo na economia e na sociedade.
  • Malthus: defendia que o crescimento populacional se dava de forma geométrica, enquanto a produção de alimentos, aritmeticamente. O governo não deveria oferecer ajuda para os pobres, que seriam responsáveis pela fome. Sob sua influência, o governo acabou com a ajuda aos desempregados.

Ano 1
Ano 2
Ano 3
Ano 4
Ano 5
Ano 6
Produção de alimentos
5
7
9
11
13
15
População
2
4
8
16
32
64

  • A Revolução Industrial estimulou o crescimento das cidades e da pobreza ao seu redor.
  • As condições de vida eram deploráveis: as pessoas moravam amontoadas em casas localizadas em bairros paupérrimos
  • A Inglaterra, com a Revolução Industrial, se firmou como a maior potência mundial da época.


PRIMEIRO ANO - HEBREUS E JUDAÍSMO

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Vídeo-aula:




Esquema-resumo:
  • Chamados também de judeus ou israelitas. Quase tudo o que se sabe sobre esse povo, está descrito na Bíblia, livro de fé que não foi totalmente comprovado cientificamente.
  • Por volta de 1.800 a.C., eram pasatores nômades, e chegaram à Palestina, uma região desértica.
  • Eram monoteístas. Criam em Yaweh (Jeová). Tal como os cristãos chamam de Deus.
  • Acreditavam que sua fé em Jeová seria recompensada com o Paraíso.
  • A Bíblia era a palavra de Deus. Nela está descrita a origem do mundo e a história dos hebreus.
  • Abraão, de acordo com a Bíblia é o pai de todos os hebreus, e conduziu um povo politeísta à terra, e destruiu a imagem de deuses.  Os doze filhos de Jacó deram origem às tribos de Israel.
  • Os hebreus migraram para o Egito, fugindo da seca. Com o tempo, foram escravizados.Os egípcio ordenaram a morte de todos os filhos dos hebreus. A mãe de Moisés o pões em um cesto no rio, e a filha do faraó o encontra.
  • Êxodo: fuga do Egito, sob a liderança de Moisés. No caminho, revelação dos dez mandamentos. Um novo pacto foi estabelecido com Deus, que dava proteção em troca de obediência.
  • Já estabelecidos na Palestinas, as doze tribos, antes governadas por Juízes, escolheram um rei para combater seus inimigos. Os primeiros foram Saul, Davi e Salomão, que deixou um livro de Provérbios.
  • Davi unificou o reino e estabeleceu a capital em Jerusalém
  • Após a morte de Salomão, o reino foi dividido entre Israel (norte) e Judá (sul). Os israelitas se uniram aos idólatras cananeus e dominados pelos assírios. Os de Judá foram levados para o Cativeiro da Babilônia, no reinado de Nabucodonosor, e libertados após os persas derrotarem os caldeus.
  • O templo de Jerusalém foi destruído por Nabucodonosor, reconstruído mais tarde e destruído pelos romanos. Os ataques sucessivos dispersaram os hebreus pelo mundo (a diáspora). Só retornaram no século XX, com a criação do estado de Israel.
  • Foi no território hebreu, durante o domínio romano, que nasceu Jesus Cristo.

terça-feira, 20 de junho de 2017

TERCEIRO ANO - NAZI-FASCISMO

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Vídeo-aulas:


 







Esquemas-resumo: 

Fascismo e Nazismo

  • Europa pós I Guerra: fome, miséria e desespero. O Estado liberal e democrático fracassava, e surgia a defesa do autoritarismo, onde um grupo centralizador agiria em nome de todos.
  • Surgiam pequenos grupos violentos que ganhavam adeptos.
  • Comunistas: ganhavam popularidade com o desenvolvimento da URSS, e tentando eliminar o capitalismo.
  • A alta burguesia queria um governo que reprimisse os comunistas, disciplinasse os trabalhadores e acabasse com a crise. A Classe-Média e a pequena burguesia, com a queda no padrão de vida, acreditavam que as greves e a inflação gerassem tumultos. Para ambos, o nazi-fascismo aparecia como solução.
  • Idéias: anti-comunismo, anti-liberalismo, totalitarismo, culto à violência, xenofobia, nacionalismo, racismo, obediência ao chefe, irracionalismo. A democracia seria governo de fracos e corruptos.
  • Na Itália, havia uma decepção com a Primeira Guerra e com a crise econômica.
  • Fascistas na Itália: militares, veteranos de guerra, desempregados, bandidos, apoiados por empresários para perseguir sindicalistas e comunistas. Pregavam a superioridade do povo italiano.
  • Marcha Sobre Roma (1922): Chegada de Mussolini ao poder, confirmada por eleições fraudulentas e confirmada por uma intensa caçada à opositores.
  • Expansão militar: ocupação de Albânia, Etiópia, Absínia e Líbia e Tratado de Latrão: a Igreja Católica apóia o fascismo, em troca da cessão do Vaticano, e da oficialização do ensino católico nas escolas.
  • Apesar de tudo, a Itália cresce economicamente, dando apoio ao governo fascista.
  • Carta del Lavoro: pregação de união de classes. O Estado agiria como árbitro para intermediar conflitos entre patrões e empregados. Na verdade, tratava-se de um instrumento patronal.
  • Nazismo alemão: cresce pelos mesmos motivos da Itália, se aproveitando da crise, com propaganda eficiente e promessa de solução. Aproveitavam a divisão de seus adversários, mesmo sem nunca terem vencido eleições. Incendiaram o Reichstag (Parlamento), culpando os comunistas.
  • Hitler não fez nada sozinho. No seu discurso, se aproveitou da humilhação do pós-guerra, em que a Alemanha foi humilhada, da onda de desemprego.
  • O presidente von Hindenburg o nomeia chanceler (primeiro-ministro, 1933), e com sua morte, acumula os cargos e é nomeado Fürher (líder, 1934). Elimina a oposição, fazendo com que o país se nazificasse, através de uma eficiente máquina de propaganda e uma polícia secreta (Gestapo) e implantação de campos de concentração para inimigos do governo.
  • Perseguição aos judeus: ponto-chave do nazismo: já eram perseguidos na Europa desde a Idade Média. Considerados culpados pela morte de Cristo, sem-pátria, usurários. Eram o bode expiatório perfeito para os nazistas. Foram afastados do serviço público e da convivência com o restante da sociedade.
  • Nem todo alemão era nazista, apesar do amplo apoio dado à Hitler.
  • A Alemanha se reergue, impulsionada pela indústria militar, sob vista grossa da Europa, que não faz nada para deter as invasões da Áustria e Tchecoslováquia. Pelo contrário, torcem para que um conflito entre Alemanha e União Soviética arrasem os dois países.
  • Guerra Civil Espanhola: fascistas espanhóis (falangistas) tentam derrubar os anti-fascistas do poder, com apoio da alta burguesia, Igreja Católica e forças militares italianas e alemãs, que fazem um campo de testes para a II Guerra. Liderados por Franco, tomam o poder, e instalam uma ditadura por mais de 30 anos.

SEGUNDO ANO - CAPITALISMO E SOCIALISMO

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https://www.4shared.com/office/X1CaV4MRce/CAPITALISMO_E_SOCIALISMO.html

Vídeo-aulas:





PRIMEIRO ANO - ROMA ANTIGA

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Vídeo-aulas:





Gladiador, filme completo dublado:




Esquemas-resumo:

Roma Antiga

  • Dominaram o Ocidente, e nos deram a língua latina, o direito e o calendário
  • Lenda sobra a fundação: os gêmeos Rômulo e Remo e a loba.
  • Sociedade dividida em classes. Patrícios: membros das famílias mais antigas e ricas. Se reuniam no Senado. Derrubaram o último rei e construíram a Res Publica (coisa pública). Plebeus: eram pobres, tinham liberdade restrita, mas não tinham terras. A questão agrária era tema complexo.
  • O Senado indicava dois cônsules (mandato de um ano) e os ditadores (temporários, em tempos de guerra).
  • Censores: censuravam os candidatos que prejudicassem os patrícios.
  • Tribunos da Plebe: representantes plebeus, que vetavam decisões do Senado que prejudicassem a plebe. Destaque para os irmãos Tibério e Caio Graco, que instituíram a distribuição de trigo.
  • Os plebeus conseguiram a inserção das leis escritas (12 tábuas)
  • Os plebeus freqüentemente se rebelavam, exigindo o fim da escravidão por dívidas, a permissão do casamento entre patrícios e plebeus, etc.
  • Roma expandia seu território através de guerras e com isso, obtinha mais escravos. Passos decisivos foram as vitórias sobre Cartago na luta pelo controle do Mar Mediterrâneo. Havia uma discussão sobre quem ficaria com as terras, patrícios ou plebeus.
  • Ao invadir a Grécia, os romanos incorporaram sua cultura e religião.
  • Revoltas de escravos, lideradas pelos gladiadores, escravizados nas guerras.
  • Divisão dos patrícios: optimates (elitistas) e populares (favoráveis ao povo)
  • Mário: general que profissionalizou o exército, incorporando populares, e que participou da primeira guerra civil, contra o general optimate Sila.
  • Mais tarde, os generais César e Pompeu disputam o poder na segunda guerra civil. César vence a disputa, é nomeado ditador vitalício, toma medidas populares, mas é assassinado por aliados.
  • Otávio e Marco Antônio disputam o poder. Marco Antônio se alia à Cleópatra (amante de César), é cercado no Egito e se suicida com ela.
  • Otávio “Augusto” (sagrado) é aclamado Imperator Cesar Augustus (Imperador)

terça-feira, 16 de maio de 2017

SEGUNDO ANO - ECONOMIA COLONIAL

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Vídeo-aulas:




Esqumas-resumo:



O período da cana-de-açúcar

  • Produto caro na Europa, que encontrou solo fértil no Brasil.
  • Engenhos: as usinas daquele tempo e centros produtores de açúcar. Eram latifúndios com imensas plantações e máquinas para a produção.
  • Sesmarias: terras recebidas dos donatários, com a preocupação de ocupar e produzir.
  • A principal mão-de-obra era a escrava (“as mãos e os pés do senhor de engenho”). A=Os melhores engenhos tinham máquinas movidas a tração animal. Pequenos proprietários produziam aquilo que faltava nos engenhos, fortalecendo o comércio no mercado interno. Os portugueses já plantavam cana-de-açúcar na Ilha da Madeira, com sucesso.
  • Modelo plantation: latifúndio, monocultura e exportação.
  • Técnicos no engenho para cuidar das máquinas: mão-de-obra livre, trabalho especializado e bons salários
  • Nordeste: condições favoráveis de solo, administração das capitanias e proximidade com a Europa.
  • Família patriarcal: toda ela sob o comando chefe, que determinava o rumo de seus membros, com poder de vida e morte sobe todos. A sociedade era ruralizada.
  • Haviam leis que obrigavam os fazendeiros a venderem somente para comerciantes portugueses.
  • Os holandeses emprestavam dinheiro a juros para a produção do açúcar, que era levado para a Holanda para refino e distribuição no resto da Europa. Rota do açúcar: Brasil > Portugal > Holanda > consumidores.
  • União Ibérica: o trono português, que estava vago, foi ocupado pelo rei espanhol Filipe II. Espanha e Holanda eram rivais na política européia, e a primeira impôs barreiras para a participação holandesa na produção da cana-de-açúcar brasileira.
  • Invasões holandesas ao Nordeste brasileira: fracassou em Salvador (1624), e sucesso no Recife (1636), para não perder o controle sobre o comércio do açúcar.
  • Para obter o apoio dos donos de engenho, os holandeses não ameaçaram sua propriedade, e enviam o príncipe Maurício de Nassau, que faz uma eficiente administração, mas que desagrada aos seus chefes, com a sua popularidade e os gastos com a urbanização.
  • Fim da União Ibérica: Portugal retoma a independência. Era fundamental para os portugueses a retomada do lucrativo comércio açucareiro. No entanto, os produtores de açúcar estavam satisfeitos com a relação comercial com os holandeses
  • Sofrendo com a concorrência inglesa no comércio europeu, os holandeses passaram a explorar os senhores de engenho, que passaram a apoiar a retomada portuguesa.
  • Expulsos, os holandeses foram plantar a cana-de-açúcar nas Antilhas, rebaixando os preços.
  • Nem só a cana-de-açúcar era produzida no Nordeste. Havia uma produção pecuária (com trabalhadores livres) e de produtos alimentícios, para abastecer o mercado interno, além de uma razoável produção de algodão, mandioca e milho. A produção de tabaco servia para a troca por escravos no mercado externo.
  • Tentativas de ocupação francesa no Brasil, no Rio de Janeiro e em São Luiz, por motivos religiosos.
  • Revolta dos Beckman, no Maranhão, contra as Companhias de Comércio e pela escravidão de índios.
  • Guerra dos Mascates: Senhores de engenho (Olinda) contra os comerciantes (Recife). Recife se tornara vila emancipada de Olinda, e mais tarde, a capital da Capitania.
  • A expansão do território brasileiro

    • Nem sempre o Brasil teve esse tamanho e poucas regiões haviam, até 1700, sido ocupadas de fato (Nordeste, Rio de Janeiro e São Paulo). A desatenção espanhola permitiu o avanço sobre a Linha de Todersilhas.
    • Os portugueses construíram fortalezas na Amazônia (beira de rios), incentivaram missões jesuíticas (para a cólera de drogas do sertão, que enriqueceram a ordem e a Igreja).
    • Interesse português no rio da Prata: fundação da Colônia do Sacramento (atual Montevideo, Uruguai) nas terras espanholas, instalando um porto de frente para Buenos Aires.
    • Envio de imigrantes da Ilha portuguesa dos Açores para Desterro (atual Florianópolis) e Porto dos Casais (atual Porto Alegre).
    • Missões jesuíticas no Sul: gado, erva-mate para índios, que trabalhavam sob rígido controle, apesar de serem defendidos por religiosos de ataques bandeirantes.
    • União Ibérica (1580-1640): Portugal e Espanha tinham o mesmo rei, mas governos diferentes.
    • Bandeirantes: caçadores de escravos indígenas e busca de metais preciosos. Partiam geralmente de São Paulo, e contavam até mesmo com índios “aculturados” no seu grupo. Chegam até o Nordeste, e ultrapassam a linha de Todersilhas. A pouca atividade econômica de São Paulo os fazem ter pouco contato com a metrópole.
    • Em São Paulo era comum que a língua tupi fosse mais usado até que o português. A falta de mulheres brancas (as condições de vida eram péssimas) estimulou os brancos a se unirem com as índias.
    • Os bandeirantes também atacam quilombos, como o caso de Palmares, destruído após um ataque a partir de São Paulo.
    • A Confederação Indígena dos Cariris também foi atacada. Tratava-se de um aglomerado indígena que estava sob proteção de religiosos, entre a Bahia e o Piauí. Na impossibilidade de se escravizar, trinta mil índios foram mortos e tiveram a cabeça decepada.
    • A ocupação holandesa na África Portuguesa dificultou a vinda de escravos negros, encarecendo o “produto”. Era mais barato caçar índios, mesmo com a oposição da Igreja.
    • Período barroco nas artes: dos séculos XVI ao XVIII. Poesias satíricas de Gregório de Matos (o Boca do Inferno) e complexos textos do Padre António Vieira. As igrejas do Século XVIII (Minas no período da mineração) não eram barrocas, mas no estilo rococó.
    • Os franceses fundam São Luiz, e para defender o Nordeste brasileiro, os portugueses constroem fortalezas que dão origem à cidades (Natal, Fortaleza e João Pessoa)
    • Ouro e diamante só foram descobertos em escala razoável no fim do século XVII.
    • O Tratado de Madrid praticamente configurou o território brasileiro.O território se expandiu rumo à Oeste e a Amazônia foi ocupada.
    • Resistência de índios e jesuítas em Sete Povos das Missões, atacados e trucidados por espanhóis e portugueses. Os índios e jesuítas não aceitavam que seu território saísse do controle espanhol e passasse para o português.

    A mineração no Brasil

    • Exploração concentrada na região das Minas Gerais, no leito de rios ou minas terrestres. Se concretizava o sonho de extrair metais preciosos, assim como faziam os espanhóis na América.
    • A notícia da existência de minas atraiu inúmeros aventureiros, que iam em busca de lucro fácil.
    • Guerra dos Emboabas: Minas pertencia à Capitania de São Paulo (antes, boa parte pertencia ao Espírito Santo), cujos bandeirantes descobriram ouro na região e não aceitavam a presença de forasteiros, chamados de Emboabas nos garimpos. Depois de conflitos armados entre as partes, o governo português assumiu o controle da região mineradora, e criou a Capitania das Minas Gerais.
    • Quase a totalidade dos trabalhadores eram escravos, alguns dos quais, que conseguiam ascensão social, como nos casos de Chico Rei e Chica da Silva.
    • A área descoberta era dividida em quinze lotes (datas). Uma para o descobridor, uma para a Coroa portuguesa, e as demais eram leiloadas.
    •  O governo ainda cobrava o quinto (20%) de todo o ouro encontrado. Nas Casas de Fundição, o ouro é derretido e transformado em barras. A não-circulação do ouro em barras configurava contrabando.
    • Foi determinado que o ouro somente poderia ser levado do Brasil através da Estrada Real, que conduzia ao Porto do Rio de Janeiro. Estradas e navegação para o Espírito Santo foram proibidas e sintetizadas na frase: “quanto mais caminhos houver, mais descaminhos haverá”.
    • A capital brasileira foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro, para fiscalizar mais de perto a mineração. Ali se instalavam os traficantes de escravos.
    • Tratado de Methuen, entre Portugal e Inglaterra, chamado de “panos e vinhos”. Os portugueses deveriam comprar tecidos ingleses e vender vinhos, em cotas muito menores, como pagamento de dívidas comerciais. Como conseqüência, os lucros da mineração brasileira se encaminhavam para os ingleses.
    • O crescimento urbano exigiu que produtores de outras regiões levassem seus produtos para a região mineradora. Não havia comida para todos, e ser comerciante de alimentos poderia dar mais lucro que ser dono de minas.
    • A sociedade açucareira era rural, e a mineradora era urbana. As pessoas mais ricas moravam na cidade.
    • Surgia uma classe-média colonial, em função da mobilidade urbana e social da economia mineradora. Apesar disso, ainda apenas o filho mais velho tinha acesso à herança.
    • A ostentação do período se refletiu nas Igrejas e expressões artísticas, como pinturas e esculturas, nas quais se destacaram as obras de Aleijadinho.
    • A criação de gado ligava a região mineradora com o Sul e o Nordeste do Brasil. A carne era levada charqueada para o consumo nas minas, pouco se dedicava à pecuária.
    • Outros produtos consumidos: açúcar, algodão e drogas do sertão (castanha, baunilha, guaraná, cacau, etc).
    • A crise portuguesa, a queda na extração e o aumento do contrabando forçou a criação de uma cota fixa para o pagamento do quinto. Por isso, foi instituída a derrama, o confisco de bens para que se atingisse a meta.
    • A instalação de fábricas era proibida no Brasil, por conta do pacto Colonial português.
    • Os jesuítas foram expulsos do Brasil, e seus bens (terras e escravos) foram confiscados.

    Revoltas no Período Colonial

    • Influências: Iluminismo e Independência dos EUA.
    • O Brasil crescia muito, e a exploração portuguesa fazia crescer a idéia de que o Brasil era excessivamente explorado pela Coroa Portuguesa.
    • Estudantes vindo da Europa, influenciados por noções de liberdade e política da época.
    • Inconfidência Mineira: justificada pela exploração na região mineradora. Quase todos os membros pertenciam à elite local (donos de terra, escravos, minas e gado, juízes, médicos, padres e militares). Tiradentes era o único pobre que foi descoberto.
    • Planos dos inconfidentes: independência, criação de indústrias e faculdades. No entanto, não se falava em acabar com a escravidão.
    • A rebelião nunca chegou a acontecer. Joaquim Silvério dos Reis delatou seus companheiros em troca do perdão de suas dívidas com o fisco.
    • Na devassa (processo), Tiradentes foi o único enforcado. Alguns foram perdoados, outros degredados para a África. Cláudio Manuel da Costa foi “encontrado” morto na prisão.
    • A memória de Tiradentes como herói só seria resgatada após a Proclamação da República, quand se precisava de um herói “brasileiro” e republicano (D. Pedro I era português e identificado com a monarquia).
    • Conjuração baiana: de caráter mais popular, e inspirada pela Revolução Francesa. Se falava inclusive em fim da escravidão, atraindo a participação de escravos. O movimento foi abortado logo no seu começo e o massacre foi maior que na Inconfidência Mineira.
    • As idéias liberais vindas da maçonaria começavam a chegar ao Brasil no fim do século XVIII.
    • Diferenças entre mineiros e baianos: em Minas, havia a decadência do ouro, e na Bahia, o início de recuperação do açúcar forçou a alta dos preços e trouxe o povo para a revolta.
    • A maior participação popular na Conjuração Baiana, o que assustou mais as elites.Esse grupo passou a colaborar com as autoridades portuguesas temendo a perda de controle da situação para o povo.